Offline
Menu
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/ea217fd82589dfde64dbbc7b57c61b30.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/27cb1a41653f9e857ebe441ac0b84a02.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/600b8f71a63deaf57474739169189008.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/65f4825cf5dca1581b91c764351af284.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/9b75a097aef54d804e291efec1f8971f.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/1515bbefa83c759e2e85999d27211859.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/2f4390e64288f19213735842008db8e2.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/961c1f369d1da81c06aba6ebd77dcc04.jpeg
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/3ee6bf076fde6de4b1da719d6c3e9b23.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/ba89d01b673f482b23a74ab9d887c549.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/8a1a320f81d5069a08f1265f0911a3e9.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/4904f7503f07e49a01348edc350bb430.jpg
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/92ed9ac76ca130520d2548b8f4be22c5.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/40afb3bb9c7f83718b988000d58482ec.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/c0570952f87d628b41e6b195365e5c30.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/a2fd3fd812c68f2a53fa2961a222db78.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/4f6e11eee415852633615de7d09381a1.jpeg
Florestas degradadas da Amazônia estão se tornando mais vulneráveis
Radioagência Nacional - Por Gabriel Corrêa
Publicado em 05/05/2026 11:53
Meio Ambiente
© Agência Pará/Divulgação

As florestas degradadas da Amazônia estão cada vez mais homogêneas e vulneráveis. Esse é o destaque de um estudo baseado em 20 anos de monitoramento, que mostra que espécies raras e com funções específicas no meio ambiente estão sendo substituídas por espécies menos diversas. O estudo foi realizado por pesquisadores da Yale University, nos Estados Unidos; do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, e da Universidade Estadual de Campinas; e goi publicado no final de abril em uma revista internacional.

"O que nós observamos foi um aumento significativo de espécies generalistas e que ocorrem em áreas de savana e floresta, o que evidencia muito mais uma homogeneização biótica, que é conduzida principalmente pela redução da diversidade de espécies, do que uma savanização propriamente dita", aponta.

O estudo também aponta que o interior das florestas degradadas recupera a estrutura após a suspensão das queimadas, mas, nas áreas de borda, em contato direto com pastagens e lavouras, a riqueza de espécies chegou a cair entre 25% até 46%. Leandro chama a atenção para o fato de que a vegetação original não retornou, mesmo após 14 anos sem fogo:

"A floresta que renasce, ela é diferente da original, com menor diversidade de espécies e também uma maior vulnerabilidade a um novo evento de fogo, caso ele ocorra, e também elas estão operando desse limiar muito perigoso a eventos severos de seca. Essa alta resiliência florestal não significa que essas florestas tropicais estão bem ou que elas se recuperarão sozinhas", completa.

A pesquisa destaca ainda a função dos animais para a regeneração. Além de parar as queimadas, antas, macacos e aves também atuam como agentes responsáveis pelo reaparecimento da vegetação "especialista", com madeira mais densa e vida longa, essenciais para a captura de carbono e para a regulação hídrica.

*Com produção de Luciene Cruz

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
Comentários